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Pé na Bunda… Quem nunca?

  • 17 de abr. de 2019
  • 2 min de leitura

Sabe aquele acordo em que a negociação é a seguinte:

“Um entra com a bunda e o outro entra com o pé?!”

Pois é… acontece com todo mundo!

E quem é que gosta de ser dispensado, neh?!

Dá aquela sensação horrorosa que parece não ter fim:

Chateia, o chão parece se abrir, o céu desaba, o futuro escurece, nada tem graça, apetite some, as músicas ficam mais tristes, insônia vira amiga, ansiedade fica a mil, e... DÓI !

Ahhh… e essa DOR?!

Parece que sentimos fisicamente essa DOR danada da alma!

Dá uma vontade de arrancar o CORAÇÃO com as mãos!

Por que é sempre tão “dramática” a “dor do coração”?!

Tudo lembra a pessoa e o relacionamento: determinados dias da semana, algumas datas, as músicas, os filmes, determinadas ruas, restaurantes, comidas, bebidas e algumas palavras que eram “piadas internas” do casal…

Mas vou te dizer uma coisa: Não tem muito como escapar dessa dinâmica!

Em alguns casos só muda de intensidade, dependendo da pessoa e do relacionamento.

Enfim...

O sofrimento é um processo! E digo mais, um PROCESSO NECESSÁRIO!

A dor é proporcional à expectativa depositada na relação;

A expectativa é proporcional à nossa carência emocional;

Nossa carência é proporcional ao nosso medo de ser rejeitado;

Nosso MEDO DE REJEIÇÃO tem a ver com nossas primeiras relações afetivas na infância....

Quanta complexidade!!!!

Mas vou te contar mais umas coisinhas:

1. Essa dor vai passar! (todos dizem!)

2. De Amor ninguém morre! (clichê)

3. Dá pra agilizar o processo (ahhh, agora sim!)

Deixa eu te contar como:

1. Voltando a um estado inicial de “VOCÊ MESMO(A)”!

Quando nos relacionamos, depositamos muitas expectativas e idealizamos a pessoa amada, isso quer dizer que desenvolvemos uma espécie de ESPERANÇA na outra pessoa! Que ela vai nos salvar de alguma forma!

Por isso, a dor intensa quando uma das partes desiste do investimento na relação: Essa pessoa parece levar embora nossa ESPERANÇA!

É necessário você parar, refletir e tomar de volta para si seus sonhos, seus projetos, seu EU!

2. Trabalhe com empenho em tudo o que resgatou.

Amplie as possibilidades, retome projetos “solo”, tenha PLANOS individuais, seja sua PRIORIDADE! Pare de achar e viver como se a outra pessoa tivesse PODER sobre sua vida!

3. Não caia na ARMADILHA de perseguir a pessoa (seja de forma real ou virtual). Liberte-o(a) também! E NADA DE FICAR ESPIANDO o que o outro anda fazendo… (isso atrasa a cura).

É fácil Não!!!

É possível? Sim!!!

Aos poucos o alívio vai chegando, se aninhando e, quando menos esperar, o ânimo retoma à alma com novo vigor!

Daí, quem sabe, você estará pronto(a) para AMAR NOVAMENTE!

Sabrina Alves - Psicoterapeuta


 
 
 

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