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Decepção. Conflito entre o real e o imaginário.

  • Foto do escritor: S *S
    S *S
  • 3 de out. de 2018
  • 2 min de leitura

DECEPÇÃO é uma resposta emocional a algo que se esperou muito, mas não aconteceu da forma imaginada; ou quando se esperou algo de uma pessoa, que acabou agindo de uma forma diferente do previsto.

A DECEPÇÃO anda de mãos dadas com a expectativa e elas costumam ter o mesmo tamanho. Carrega a frustração, e ainda consegue abrigar: raiva, tristeza, desânimo e sensação de impotência!

Tudo o que imaginamos, sonhamos, desejamos ou planejamos, tem uma carga emocional importante. Isso é bom, porque são essas expectativas que nos impulsiona na direção das conquistas, nos mobiliza para a realização.

Porém, quando aquilo tudo que está dentro de nós (pensamento/plano, sentimento/expectativa) não se adequa com o resultado obtido, faz emergir todas essas sensações ruins, desanimadoras e, às vezes, paralisante.

Sim, DECEPÇÃO é um conflito entre o real e o imaginário.

A decepção pode ser sentida em diferentes intensidades. E tem a ver com dois fatores:

1 . A desproporção entre o que é imaginado e o que é conquistado como resultado. Ou seja, quando se espera um resultado muito maior do que é possível obter (isso pode ser referente a projetos e relações diversas).

2 . A capacidade que cada pessoa tem de lidar com frustração. E grande parte dessa condição é adquirida na infância, na forma que a criança é ensinada/ incentivada a reagir diante de experiências ruins.

Se é possível não se decepcionar na vida com pessoas e projetos?

Respondo que é possível se você não estabelecer nenhum vínculo e não desejar nada!

Não há fórmulas. Não há cartilha. E isso é bom, porque senão também não seria possível ficar feliz diante das coisas que dão certo!

Mesmo vivendo em um tempo onde o que é semeado é que todo mundo pode tudo, o melhor mesmo é o autoconhecimento para poder identificar a própria fragilidade e idealização diante das situações. E também uma dose de realidade diante dos limites e possibilidades!

RESUMO: “Aceita, que dói menos!”

Mas se precisar de ajuda: PSICOTERAPIA!

Sabrina Alves - Psicoterapeuta


 
 
 

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