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Pânico

  • Foto do escritor: S *S
    S *S
  • 28 de set. de 2018
  • 2 min de leitura

Aquela sensação desesperadora e inexplicável!

Um medo desproporcional e irracional!

Falta de ar; sensação de sufocamento; suor; taquicardia; respiração irregular; dor de barriga; enjoo; dentre outros; são sintomas físicos que acompanham uma “Crise do Pânico”. São tão intensos que se confundem, às vezes, com um ataque cardíaco.

Esses sintomas parecem “invadir” a pessoa rapidamente e normalmente é relatado o “medo de morrer” e o temor de que “algo muito ruim” vai acontecer, mesmo sem ameaça real aparente.

Surgem em situações específicas, que são diferentes pra cada pessoa: aviões, locais com aglomerados de pessoas, elevadores, espaços barulhentos, etc. Mesmo que esses locais nunca tenham representado ameaça em algum momento.

A pessoa passa a sentir “medo de ter medo”, além de vergonha por, depois de passada a crise, reconhecer que não havia motivo aparente para se sentir daquela forma. Passando então a se isolar, o que vai causando mais e mais prejuízo a si.

Mesmo que a crise seja relacionada a um estímulo externo, o que provoca a “crise” provem de fatores internos; fortes sentimentos disfarçados de sintomas. Normalmente são: traumas ocorridos em algum momento da vida, perdas, acidente, luto, traição, mudanças radicais, qualquer experiência que tenha sido muito forte e vivenciada como algo insuportável no momento.

No caso, a “Crise de Pânico”, é o canal que é utilizado pelo inconsciente para comunicar essa dor interna, que NÃO É IDENTIFICADA PELA PESSOA, porque foram experiências barradas no inconsciente quando aconteceram, por serem muito dolorosas.

É muito difícil sair desse quadro sozinho. Afinal, as dores internas estão tão camufladas que, somente uma “escuta profissional qualificada”, pode ajudar a ir desvendando as causas, para elaboração das experiências.

Dependendo da intensidade, a ajuda médica também é indicada.

Sabrina - Psicoterapeuta


 
 
 

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